Nos últimos anos, o cenário profissional no Brasil passou por mudanças significativas. A ascensão do trabalho por conta própria, a pejotização e as atividades freelancer se tornaram mais evidentes após a crise econômica de 2015–2016, ganhando ainda mais impulso durante a pandemia de covid-19. Essa transformação foi facilitada pela digitalização e pelo crescimento das plataformas de trabalho por aplicativo.
Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicam que o trabalho autônomo se mantém significativo, mesmo com a recente recuperação do emprego formal. Contudo, é importante ressaltar que a renda gerada nesses modelos tende a ser mais volátil.
A busca por maior autonomia e flexibilidade levou muitos profissionais a perceberem nos novos formatos uma chance de aumentar seus ganhos ou criar rotinas mais adaptáveis. Entretanto, a falta de diferentes direitos trabalhistas, aliada à incerteza financeira, demanda um planejamento e uma organização mais rigorosos.
Aqueles que consideram abandonar o emprego com carteira assinada ou iniciar uma atividade independente devem prestar atenção em certos aspectos antes de realizar a transição. Para isso, conversamos com dois especialistas da Faesa: Laura Krause, docente do curso de Direito, e Schleiden Pinheiro Nascimento, professor da Unidade de Gestão e Negócios.
Ainda é possível acessar o e-book, que apresenta 10 dicas a serem avaliadas antes de fazer a troca da CLT para o trabalho PJ ou freelancer?
